Leite, champô ou cerveja: falta quase tudo na Venezuela

2015 começou com preocupação para venezuelanos. E o cenário parece negro para os próximos meses. Peritos dizem que economia vai de mal a pior e escassez tende a agravar-se.

O ano começa de forma diferente na Venezuela. Em vez de esperança, o sentimento que prevalece é o de preocupação. Os prognósticos apontam que 2015 será marcado pelo agravamento da crise económica, refletida na recessão evidenciada pela queda do produto interno bruto e a alta inflação, que foi de 64% ao ano, de acordo com o presidente, Nicolás Maduro. A queda dos preços do petróleo é outro fator sombrio para o país, que ignorou durante anos a necessidades de criar novas frentes de produção, mas expropriou empresas e assustou investidores internacionais. O resultado é visto diariamente nas ruas de todo o país: a população fazendo filas ou numa via-crúcis pelos estabelecimentos comerciais para conseguir os produtos.

Hoje, o presidente deve anunciar medidas de ajuste cambial. Nicolás Maduro já antecipou que o Estado vai otimizar os gastos, inclusive com a redução dos salários dos altos cargos do governo e com a aplicação de oito ações para que "2015 seja o ano da recuperação económica do país".

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