Kim quer ajudar FBI a investigar hackers mas faz ameaça nuclear

Coreia do Norte garantiu ter provas de que não é responsável pelo ataque informático à Sony. E alertou para "graves consequências" se a sua oferta for rejeitada.

Para a Coreia do Norte, as acusações do FBI de que está envolvida no ataque informático à Sony que levou a empresa a cancelar a exibição do filme The Interview (Uma Entrevista de Loucos) não passam de "calúnias sem fundamento". E para provar a sua inocência, Pyongyang sugeriu a abertura de um inquérito conjunto com os EUA para descobrir quem são os hackers que ameaçaram fazer explodir os cinemas que exibissem a fita que imagina o assassínio do líder norte-coreano Kim Jong-un. Uma oferta que, caso seja rejeitada, poderá ter "consequências graves".

E a primeira pode ser já o reforço do programa nuclear norte-coreano. Na quinta-feira, os países ocidentais apelaram ao Conselho de Segurança da ONU para levar a Coreia do Norte diante do Tribunal Penal Internacional por crimes contra a humanidade. Pyongyang denunciou ontem uma medida que diz esconder o desejo dos EUA de invadir a Coreia do Norte, com o pretexto de defender os direitos humanos. Perante a ameaça de "invasão", um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros norte-coreano garantiu à agência KCNA que "a ideia de desnuclearizar a península coreana já não é válida".

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