Strauss-Kahn ouvido durante três horas em Paris

Ex-director do FMI prestou declarações na qualidade de testemunha sobre a alegada tentativa de violação à escritora francesa Tristane Banon. No fim, não falou aos jornalistas.

Depois de três horas a ser ouvido pela polícia de Paris, Dominique Strauss-Kahn (DSK) recusou-se a prestar qualquer declaração aos jornalistas. Acusado de tentativa de violação pela jovem escritora francesa Tristane Banon, DSK prestou declarações entre as 8.00 e as 11.00 horas locais (das 7.00 às 10.00 em Lisboa).

Terá sido o ex-director do FMI, recentemente ilibado num processo de agressão sexual em Nova Iorque, a pedir a audição. Isto porque, de acordo com os seus advogados, o economista quer "encerrar este caso" o mais rápido possível.

Banon acusa DSK de a ter tentado violar em 2003 num apartamento do centro de Paris, durante uma entrevista para a preparação de um livro. O economista diz que a tentativa de agressão foi "imaginada" pela jovem.

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