Sarkozy nega regresso ao Eliseu. Bruni respira de alívio?

Após a derrota do marido em 2012, cantora apostou nos negócios. Ambições políticas deste ameaçam estragar-lhe os planos.

Depois do anúncio da sua candidatura à presidência da UMP no Facebook, a ida de Nicolas Sarkozy à televisão, ontem à noite, foi a primeira ocasião de o ex-presidente explicar a sua decisão de viva voz aos franceses. No estúdio da France 2, denunciou "as mentiras" de François Hollande na campanha para as presidenciais de 2012 e deixou a garantia: "Não vim anunciar a minha candidatura a 2017."

Palavras que pouco convencem os franceses, que veem na candidatura de Sarkozy à presidência do seu partido, a UMP, uma forma de se posicionar para o Eliseu. A perspetiva não agrada a todos. Uma sondagem do instituto CSA revela que 63% dos inquiridos são contra uma candidatura de Sarkozy à presidência. E até a sua mulher, a ex-modelo e cantora Carla Bruni, parece pouco entusiasmada com a ideia.

Numa recente participação no programa televisivo de Ellen DeGeneres, Bruni confessava: "Quero que ele [Sarkozy] seja feliz. Como mulher, gostaria que não voltasse a candidatar-se. Mas como cidadã francesa... Ele encoraja-me sempre, não posso dizer-lhe "Não o faças"."

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