Novo inquérito contra DSK por alegada violação coletiva

O ministério Público de Lille, França, mandou abrir um inquérito para investigar factos que terão ocorrido entre 15 e 18 de dezembro de 2010, numa festa em Washington, nos Estados Unidos, que terão contado com a participação do ex-diretor do FMI.

A situação jurídica de Dominique Strauss-Kahn pode piorar após a decisão do Ministério Público de Lille (norte da França) para investigar fatos que podem ser descritos como "estupro coletivo" e que estão ligados ao caso de proxenetismo em que o ex-diretor do Fundo Monetário Internacional está alegadamente envolvido.

Os factos denunciados teriam ocorrido entre 15 e 18 de Dezembro de 2010 numa festa na capital dos Estados Unidos e surgiram durante a investigação por proxenetismo. Duas prostitutas belgas terão testemunhado que estiveram com DSK e alguns amigos deste nesta festa em Washington.

Estes testemunhos foram recolhidos pela polícia belga em dezembro passado, como parte de um acordo com a justiça francesa. De acordo com a AFP, uma das mulheres - que não apresentou queixa - terá testemunhado que, numa festa a 16 de dezembro de 2010, foi forçada atos sexuais. "Eu não gritei, mas eu disse claramente em voz alta que não queria", disse a jovem.

A outra prostituta, ouvida pelo jornal Le Parisien a 13 de maio, terá dito que se a colega "tivesse realmente e claramente dito que não," teria agido é claro" .

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