Ministério gasta 29 mil euros para saber as horas

A proibição de telefonar para a linha que dá informação sobre as horas não resultou. Nos últimos dois anos e meio fizeram-se cerca de 130 mil chamadas para o número em causa, o que representa um rombo de 28 mil euros no orçamento da Defesa.

Desde março de 2012 que o ministério da Defesa britânico proibira os seus funcionários de fazerem chamadas para o 123, a linha telefónica que dá informação acerca das horas, na sequência de uma fatura astronómica no final de 2011, quando foram gastos 17 mil euros. O ministério da Defesa pedira então aos funcionários que consultassem a hora nos computadores.

Só que terá havido um problema técnico, entretanto resolvido, que terá ajudado a manter a fatura alta. O novo equipamento tinha um número-teste - 1234 - que dava início a telefonemas para o número em causa sem que alguém se apercebesse.

Resultado: em 2012 foram gastos 22 mil euros e até agora, em 2013, a fatura já vai nos 7 mil euros. Ou seja, um total de 29 mil euros.

Cada chamada para a linha em causa, que foi criada em 1936, custa 35 cêntimos. O que quer dizer que terão sido feitas cerca de 130 mil chamadas, a uma média de 135 por dia.

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