DSK acusado de cumplicidade em rede de proxenetas

(ATUALIZADA) Dominique Strauss-Kahn foi hoje acusado de "cumplicidade agravada em rede organizada de proxenetismo" pelos juízes encarregados do chamado caso do hotel Carlton, em Lille, no norte de França, anunciaram os seus advogados.

"Ele afirma com a maior firmeza não ser culpado de nenhum destes factos e não ter nunca a menor consciência de que as mulheres em causa pudessem ser prostitutas", afirmou Richard Malka, um dos advogados de Strauss-Kahn, ex-diretor-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI).

A audição de Strauss-Kahn começou ao início da tarde, tendo Strauss-Kahn saído do palácio da justiça de Lille às 22:00 (21:00 em Lisboa).

O ex-ministro socialista está a responder à justiça pelas acusações de "cumplicidade de proxenetismo agravada em rede organizada" e "abuso de bens sociais". Não foi revelado o motivo da antecipação da convocatória.

Estes crimes são passíveis de penas de prisão de 20 anos e de cinco anos, respetivamente.

Strauss-Kahn é suspeito de ter participado em várias festas de teor sexual organizadas por amigos e por dois empresários da região norte de França.

Os juízes procuram determinar em que medida o ex-responsável do FMI sabia que as participantes destas festas realizadas em várias cidades, como Paris e Washington, eram profissionais pagas.

Algumas das participantes afirmaram que o político francês não tinha forma de ignorar esta informação ou que tinha total conhecimento da situação, afirmações que Dominique Strauss-Kahn rejeitou sob custódia judicial.

Dominique Strauss-Kahn (DSK) estava notificado para ser ouvido pelos juízes apenas na quarta-feira de manhã pelos por "cumplicidade em crime de lenocínio agravado de forma organizada" e "abuso de bens sociais". Estes crimes são puníveis com vinte e cinco anos de prisão, respetivamente.

Até ao momento não foi adiantada nenhuma explicação para a antecipação da audição de DSK.

Strauss-Kahn é suspeito de ter participado em várias festas de teor sexual organizadas por amigos e por dois empresários da região norte de França.

Os juízes procuram determinar em que medida o ex-responsável do FMI sabia que as participantes destas festas realizadas em várias cidades, como Paris e Washington, eram profissionais pagas.

Algumas das participantes afirmaram que o francês não tinha forma de ignorar esta informação ou que tinha total conhecimento da situação, afirmações que Dominique Strauss-Kahn rejeitou sob custódia judicial.

O antigo responsável do FMI defendeu diante dos investigadores que não podia imaginar que as jovens eram prostitutas porque "foram apresentadas por responsáveis policiais", segundo uma fonte próxima do processo.

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