Metade dos presos de Guantánamo em greve de fome

84 dos 166 presos de Guantánamo encontram-se em greve de fome, anunciou um porta-voz da prisão norte-americana. Um número que tem vindo a aumentar desde o início do protesto, a 6 de fevereiro.

De entre os 166 detidos na prisão da base norte-americana de Guantánamo, em Cuba, 84 estavam no domingo em greve de fome. Destes, 16 estão a ser alimentados à força, de acordo com o tenente-coronel Samuel House. Entre estes 16, cinco estão hospitalizados, mas "não se encontram em perigo de morte".

Desde o início da semana que o movimento de protesto não para de se alastrar, passando de 45 detidos em greve de fome na terça para 52 na quarta, 63 na sexta e 77 no sábado.

Segundo os advogados, o movimento teve início a 6 de fevereiro quando os detidos consideraram que os seus livros sagrados (Alcorão) foram examinados de forma que constitui uma profanação religiosa. Contudo, segundo os advogados, é a sua detenção ilimitada há 11 anos, sem acusação ou processo, a principal razão do protesto.

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