Duas empregadas do hotel recusaram convite para quarto

O jornal New York Times noticiou hoje que duas empregadas do hotel Sofitel de Manhattan disseram à polícia terem sido convidadas separadamente a ir ao quarto do antigo diretcor do FMI, o que recusaram, na noite anterior da detenção.

O diário acrescentou que, além destas duas empregadas, uma câmara filmou nessa mesma noite Dominique Strauss-Kahn "a subir num elevador, cerca da 01:20, com uma mulher que não trabalhava no hotel".

Esta pessoa foi identificada, mas "recusou responder às perguntas dos investigadores" sobre o objectivo da visita, de acordo com o New York Times, que cita uma fonte policial sob anonimato.

Estes diferentes factos ocorreram na madrugada de sábado, 14 de maio. Na manhã desse dia, Strauss-Kahn encomendou pequeno-almoço para uma pessoa às 09:24, indicou o jornal.

Algumas horas mais tarde, Strauss-Kahn foi interpelado pela polícia, na sequência da queixa de uma empregada do hotel que o acusou de crimes sexuais.

O antigo director do Fundo Monetário Internacional foi libertado a 1 de Julho, mas não pode sair dos Estados Unidos.

O testemunho contraditório da acusadora, de acordo com o gabinete do procurador de Manhattan, Cyrus Vance, numa audiência a 1 de Julho, parecia comprometer a realização do julgamento de Strauss-Kahn.

O gabinete do procurador indicou na quarta-feira que o inquérito prosseguia e que as acusações se mantinham, no final de um encontro com os advogados de Strauss-Kahn.

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