"Em Auschwitz, o minuto era um dia, um dia como um ano e um mês a eternidade"

Sobreviventes, famílias de vítimas e responsáveis mundiais assinalaram o 70º aniversário da libertação do campo da morte polaco pelos militares russos. Idênticas cerimónias ocorreram em Londres, Paris, Moscovo e Ancara.

Cerca de 300 sobreviventes de Auschwitz-Birkenau participaram nas cerimónias que, ontem, assinalaram o aniversário da libertação deste campo de extermínio nazi em território polaco. Foi num sábado de há 70 anos que os soldados do Exército Vermelho, perseguindo as tropas de Hitler, chegaram ao campo onde apenas encontraram cerca de 7500 prisioneiros, muitos deles crianças, que não puderam integrar a Marcha da Morte.

Responsáveis internacionais acorreram também ontem a Auschwitz para, por um lado, participar nas cerimónias e, por outro, garantir com a sua presença que uma tal situação não voltará a acontecer.

Auschwitz, cujo portão de entrada é encimado pela frase em alemão Arbeit macht frei (o trabalho liberta), tornou-se no símbolo mais marcante da violência nazi contra seres indefesos. Ali, cerca de 1,5 milhões de pessoas foram gaseadas, alvejadas, torturadas, enforcadas e, por último, queimadas nos fornos crematórios. E tudo em nome de um espaço vital para uma raça que se dizia superior.

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