De Londres a Riade e Teerão: condenações de todo o mundo contra o ataque de Paris

O segundo mais violento ataque na Europa desde os atentados de Londres em julho de 2005, não deixou ninguém indiferente

O chefe do executivo britânico, David Cameron, foi a primeira personalidade a reagir ao ataque de ontem contra a redação de Charlie Hebdo, que fez 12 vítimas mortais. Mas o segundo maior atentado na Europa desde os ataques de Londres, em julho de 2005, não deixou ninguém indiferente e as condenações surgiram um pouco por todo o mundo.

"A Arábia Saudita condena fortemente e denuncia este cobarde ato terrorista que é rejeitado pelo Islão assim como pelas outras religiões", publicou a agência noticiosa saudita citando uma fonte oficial que transmitiu as condolências do "reino às famílias das vítimas e ao governo e povo francês".

Para além de Riade, o governo do Cairo também condenou o atentado, assim como a prestigiada universidade sunita Al-Azhar. Irão, Jordânia, Bahrain, Marrocos, Argélia e Qatar emitiram comunicados a repudiar e condenar o ataque.

A Liga Árabe, que integra 22 países árabes, fez também questão de condenar o "massacre" de Paris.

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