Columba Bush gosta de joias e novelas mexicanas. Ser primeira-dama? Talvez...

A mulher de Jeb Bush demorou até apoiar as ambições presidenciais do marido, favorito à nomeação republicana. Se vencer em 2016, esta mexicana hoje com 61 anos tornar-se-á a primeira latina primeira-dama dos EUA

"Ela trocaria 20 galas de beneficência por uma boa novela mexicana no conforto da sua casa no condado de South Dade", escrevia há dias o The Washington Post. "Ela" é Columba, a mulher que em 1974 disse sim ao pedido de casamento de Jeb Bush. E que em novembro, numas férias de família no México, voltou a dar o consentimento, desta vez às ambições presidenciais daquele que sonha colocar um terceiro Bush na Casa Branca nas eleições de 2016 nos EUA.

Convencida de que a política é a grande responsável por fricções no seu casamento e pelos problemas da filha com as drogas, não espanta que Columba olhe com ceticismo para a nova campanha eleitoral. Nora de um presidente - George H.W. Bush -, cunhada de outro - George W. Bush -, a mexicana, a quem mais de quatro décadas a viver nos EUA não tiraram o sotaque, conhece bem os corredores do poder, afinal o marido foi governador da Florida entre 1999 e 2007. E até o filho mais velho, George, cedeu à paixão da família, tendo sido eleito comissário das terras do Texas na ano passado.

Mas Columba resiste. Como primeira-dama da Florida destacou-se pela discrição e pelo apoio aos mais desfavorecidos e às vítimas de violência doméstica. Nos oito anos em Tallahassee - capital estadual cujo conservadorismo contrasta com uma Miami multicultural e vibrante -, a mansão do governador passou a receber missas e a encher-se com os enredos das telenovelas.

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