Assassinado activista homossexual ugandês

David Kato foi espancado até à morte na sua casa em Kampala.

Em Outubro, um jornal ugandês publicara uma fotografia de David Kato e um apelo à sua morte. Hoje, o activista homossexual foi espancado até à morte na sua casa da capital, Kampala.

Rosto da campanha contra a nova lei anti-homossexuais que pretende condenar à pena de morte qualquer pessoa que tenha relações com uma pessoa do mesmo sexo, Kato, de 43 anos,foi agredido por um homem que continua em fuga. Falecido a caminho do hospital, o activista foi a última vítima de uma campanha anti-gays num dos países mais repressivos de África.

A Human Rights Watch já apelou ao Governo de Kampala para que abra uma investigação a esta morte e garanta a segurança das comunidades "lésbica, gay, bissexual e transsexual" do Uganda.

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