"A minha vitória abriu uma guerra no PP que o Ciudadanos aproveitou"

A socialista Susana Díaz viajou de Sevilha para Madrid. E aí falou da sua vitória e de como os partidos espanhóis têm de dialogar.

Vestida de vermelho, sorridente e visivelmente feliz pela sua futura maternidade (o primeiro filho depois de mais de 12 anos de casamento), Susana Díaz viajou ontem de Sevilha para Madrid para explicar em primeiro lugar o motivo pelo qual convocou eleições antecipadas na Andaluzia num momento "arriscado tal e como estava a situação política do meu país".

Num encontro com correspondentes estrangeiros, a socialista sevilhana de 40 anos, vencedora das eleições autonómicas andaluzas de 22 de março está à espera de ser investida líder da região. Obteve o 36% dos votos, 10 pontos à frente do PP, e 21 do terceiro, o Podemos.

Díaz presidia um governo de coligação desde setembro de 2013, com a Esquerda Unida (IU), "que entrou num processo interno convulso e não se sabia bem se queriam juntar-se ao Podemos ou não". A líder herdou a presidência de Juan Antonio Griñán e não se sentia legitimada pelas urnas. Por isso decidiu convocar eleições. E agora garante que o resultado foi muito positivo para o PSOE. E "não se vai repetir em nenhuma outra autonomia termos 10 pontos de vantagem sobre a segunda força política", sublinha.

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