TSF

Opinião

O que (não faz) falta!

O debate das rádios (Antena 1, Rádio Renascença e TSF), dedicado às presidenciais, cumpriu o seu propósito, com notável moderação e genericamente com boa argumentação. O estado de emergência dominou uma boa parte do debate, sobretudo a inicial, num instante demorado preenchido pela pandemia, sem impedir a discussão daí em diante, sobre a justiça, os poderes do Presidente, a Constituição, a formação do Governo dos Açores, passando, entre outros assuntos, pela regionalização. Tudo quanto, na minha opinião, importa para estas eleições e é possível introduzir e desenvolver num debate deste género. Pelo calendário - por ser o último encontro previsto entre todos os candidatos, antes do próximo dia 24 - e pelo contexto da pandemia - que transformou os media no palco primordial da campanha eleitoral - o debate nas rádios teve um papel importante, dentro daquilo que é a sua influência relativa na opinião pública e, em particular, no eleitorado.

Insuficiência Cardíaca

Hospital Santa Marta. Na hora de medir corações, estar perto é estar longe

Coração de Portugal. Numa sala do Hospital de Santa Marta, em Lisboa, chega uma chamada de Madagáscar. É hora de ver como está o coração desta doente com insuficiência cardíaca. Ao mesmo tempo, outro doente utiliza, a partir da sua casa, um telemóvel, uma app e um relógio para mostrar ao médico o estado do seu coração em tempo real. Um tempo real que é o tempo da telemonitorização e da teleconsulta.