Organização Mundial da Saúde

Filipe Froes e Patricia Akester

Para o vírus não existem nem israelitas nem palestinianos, apenas fontes de contágio

Aqui reportámos recentemente que Israel lidera, de forma louvável, o processo de vacinação. Tendo assegurado um fornecimento colossal da vacina da BioNTech-Pfizer já administrou, segundo o respectivo Ministério da Saúde, uma dose de vacina a aproximadamente três milhões e duas doses a quase dois milhões dos seus cerca de nove milhões de habitantes. A estratégia, a precisão militar, o planeamento e a eficiência israelitas são impressionantes. Invejáveis mesmo, pensámos nós.

Rute Agulhas

Como contrariar a fadiga pandémica que sentimos?

Estamos há quase um ano a viver uma realidade que, numa fase inicial, e por ser uma situação nova e desconhecida, potenciou elevada ansiedade, medo e incerteza. Era uma situação estranha que nos obrigou a todos a alterar de forma drástica os nossos hábitos e comportamentos, na esfera pública e privada. Aprendemos a controlar o impulso de correr para abraçar alguém, a manter distância física e a diversificar as formas de comunicação. Aprendemos ainda a trabalhar de pantufas e a substituir o contacto visual pelos quadradinhos no ecrã do computador.