Ministério da Saúde

Filipe Froes e Patricia Akester

Para o vírus não existem nem israelitas nem palestinianos, apenas fontes de contágio

Aqui reportámos recentemente que Israel lidera, de forma louvável, o processo de vacinação. Tendo assegurado um fornecimento colossal da vacina da BioNTech-Pfizer já administrou, segundo o respectivo Ministério da Saúde, uma dose de vacina a aproximadamente três milhões e duas doses a quase dois milhões dos seus cerca de nove milhões de habitantes. A estratégia, a precisão militar, o planeamento e a eficiência israelitas são impressionantes. Invejáveis mesmo, pensámos nós.