Exclusivo Assassino de Marielle teme ser executado na prisão

A morte de ex-polícias envolvidos em crimes mediáticos, como Ronnie Lessa, acusado de ter disparado 13 vezes contra a vereadora e o seu motorista, é considerada um troféu para outros presos. Entre estes há membros dos temidos PCC, Comando Vermelho e até Estado Islâmico

Enquanto ex-polícia do Rio de Janeiro, primeiro, e ex-membro de milícias (máfias) cariocas, depois, Ronnie Lessa, 50 anos, distinguia-se pela pose de invencível ao caminhar armado pelas ruas da cidade. Na Penitenciária Federal de Campo Grande, no estado do Mato Grosso do Sul, para onde foi transferido no dia 9, pelo contrário, anda cabisbaixo, temeroso e angustiado, confidenciam agentes carcerários.

Segundo o colunista do portal UOL especialista em crime, Josmar Josino, o acusado de ter disparado 13 vezes contra o carro onde seguiam a vereadora Marielle Franco, do esquerdista PSOL, o motorista Anderson Gomes e a assessora de Marielle, a jornalista Fernanda Chaves, na noite de 14 de março de 2018, matando os dois primeiros, "tem medo de ser executado na prisão". "O temor não o atormenta por acaso. O presídio reúne integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital) acusados de matar polícias militares em São Paulo; psicopatas do Comando Vermelho (CV) do Rio, e até terroristas do Estado Islâmico", afirma a coluna.

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