Exclusivo Sérgio Godinho faz 75 anos: "O palco faz-me muita falta"

Depois de meses de ausência, é o regresso a uma sala bem conhecida, onde gravou o histórico Nove e Meia no Maria Matos, mas que desta vez serve de palco a um concerto muito especial, de celebração dos 75 anos de um artista cuja vida se confunde com a própria história da música portuguesa

Desengane-se quem espera um concerto retrospetivo ou de carreira, "há tempo para isso", eventualmente para o ano, avisa Sérgio Godinho, quando se assinalarem os 50 anos sobre o lançamento do álbum de estreia, Sobreviventes. "Aí sim, fará sentido celebrar as canções", agora é de outra coisa que se trata, "de festa" e de "amigos", como aliás devem ser todos os aniversários, mas especialmente quando se cumprem 75 anos, uma "bonita data para se festejar, sobretudo se a saúde se tem mantido geralmente por perto".

E há lá melhor maneira de o fazer senão com um regresso aos palcos, num regresso a esse "território natural", como lhe chama Sérgio Godinho, depois de meses de ausência, impostos à força pela pandemia da covid-19, que até o levou a fazer algo inédito: escrever uma música no calor dos acontecimentos. Chama-se O Novo Normal e é apresentada pelo artista nesta entrevista ao DN como "um breve fresco" sobre a atualidade.

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