Exclusivo Aldina Duarte: "Ir a um espetáculo é hoje um ato de resistência"

Quase um ano depois, a fadista está de volta aos palcos, para retomar a digressão do último disco, Roubados, com um concerto no CCB, em Lisboa, nesta quinta, e no dia seguinte em Faro, no Teatro das Figuras.

Lançado no final do ano passado, para assinalar os 25 anos de carreira de Aldina Duarte, Roubados é um assumido disco de homenagem ao fado, composto por 12 temas clássicos, que a fadista recria e, ao mesmo tempo, desconstrói, com interpretações tão pessoais quanto improváveis.

O título remete para um termo famoso na gíria fadista, que resume na perfeição o desafio autoproposto pela própria Aldina Duarte, habituada desde sempre a cantar as suas próprias palavras sobre "o chão musical" do fado tradicional. Desta vez, foram de outros as palavras interpretadas, com a responsabilidade agravada de as mesmas terem sido imortalizadas por alguns dos fadistas mais importantes da história - Beatriz da Conceição, Lucília do Carmo, Carlos do Carmo, Tony de Matos, Hermínia Silva, Maria da Fé ou Celeste Rodrigues, entre outros. E que agora, neste regresso aos palcos, depois de meses de ausência devido à pandemia, ganham ainda um maior significado, como sublinha nesta entrevista ao DN.

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