Premium Contagem decrescente. Netanyahu avalia prós e contras de anexar 30% da Cisjordânia

Primeiro-ministro israelita quer aproveitar que tem um aliado na Casa Branca para avançar, apesar das dúvidas dentro da própria coligação de governo. Anexação por fases, para testar terreno e resposta internacional, pode ser uma hipótese.

O acordo de governo negociado entre Benjamin Netanyahu e o rival Benny Gantz prevê que, a partir desta quarta-feira, 1 de julho, o primeiro-ministro possa apresentar o seu plano para a anexação de cerca de 30% da Cisjordânia. Tudo com base na proposta que o presidente norte-americano, Donald Trump, fez para a paz na região, que inclui a solução de dois Estados mas nunca contou com o aval dos palestinianos.

Gantz - líder da coligação Azul e Branca que assumirá a chefia do governo na segunda metade do mandato e que por enquanto é ministro da Defesa - defendeu que a data de 1 de julho não é "sagrada" e que, neste momento de pandemia, tudo o que não é coronavírus pode esperar (Israel já teve quase 24 mil casos e mais de 300 mortes).

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