Exclusivo Monstra: "Esta edição do festival é um ato de resistência"

Depois do cancelamento em março, o Monstra celebra, finalmente, os 20 anos com um festival de cinema nas salas de Lisboa. A partir desta terça-feira e até 10 de outubro.

Era para ser uma festa enorme: 20 anos de Monstra - Festival de Cinema de Animação. Mas uma semana antes veio a pandemia e... o confinamento. "Tivemos de parar tudo. Mas nós queríamos muito fazer o festival e não desistimos", diz o diretor, Fernando Galrito. A edição deste ano foi dividida em duas: em maio houve o Monstra em Casa, com a competição de curtas-metragens a ser disponibilizada, e agora, apesar de todos os condicionamentos, chega finalmente o Monstra ao Vivo para mostrar em sala a competição de longas-metragens assim como as várias retrospetivas.

A abertura acontece nesta terça-feira, no Cinema São Jorge, em Lisboa, com a estreia de quatro curtas-metragens: duas nacionais e duas estrangeiras. São elas: The Monkey, a nova curta-metragem da produtora portuguesa Sardinha em Lata, realizada por Lorenzo Degl'Innocenti e Xosé Zapata ("acabadinha de sair da sala de montagem", anuncia, entusiasmado Fernando Galrito); Setembro, de Ricardo Mata, um filme português sobre a cidade de Lisboa; Katalog of Flaws, filme canadiano realizado por Marv Newland, que conta com banda sonora dos Dead Combo (e Tó Trips vai lá estar para conversar com os espectadores); e The One-Minute Memoir, da realizadora norte-americana Joan Gratz, que ganhou um Óscar em 1992 com o filme Mona Lisa Descending a Staircase.

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