Premium "Bolsonaro está a arriscar muito ao ignorar os partidos"

No balanço do primeiro mês do presidente eleito no dia 28 de outubro, o cientista político Carlos Pereira acredita que o governo tentará conexão direta com o público, preterindo o Congresso. Mais ou menos como faz Trump. E como fez Collor.

Convencer Paulo Guedes, reputado economista, e Sergio Moro, símbolo da luta contra a corrupção, a integrar o governo são os pontos fortes do primeiro mês de gestão, ainda oficiosa, de Jair Bolsonaro, o presidente eleito do Brasil no dia 28 de outubro, de acordo com Carlos Pereira, cientista político e professor da Escola Brasileira de Administração Pública e Empresas, da faculdade Getúlio Vargas, do Rio de Janeiro. Preocupam, porém, além das nomeações de ministros com pensamento "retrógrado", como o da educação, o aparente desprezo pelo Congresso Nacional e pelos partidos manifestado por Bolsonaro. "Ele está a apostar tudo na popularidade, é um risco", diz Carlos Pereira ao DN.

Qual o lado mais positivo do primeiro mês de Bolsonaro como presidente eleito?

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