Exclusivo As Cinquenta Sombras de Grey foi o livro mais vendido da década: mais de cem milhões

Não será uma notícia inesperada já que milhões e milhões de mulheres compraram um, dois ou os três volumes da saga sadomasoquista As Cinquenta Sombras de Grey. A crítica deitou abaixo a "obra", mas as leitoras agradeceram novas técnicas de prazer sexual.

A autora que mais livros vendeu nesta década treinou muitas das posições sexuais com o marido, pelo menos foi o que E.L. James confessou quando lhe perguntaram como sabia de tantas formas de fazer sexo. E sexo pouco habitual, senão inédito, entre a maioria dos casais: BDSM (bondage, disciplina, dominação, submissão, sadismo e masoquismo). A questão após a trilogia As Cinquenta Sombras de Grey não era mais quem ficava por baixo ou por cima, mas replicar as verdadeiras manobras sexuais que a autora descrevia a cada intervalo de três páginas, num sem-fim de situações sexuais a que o par Anastasia Steele e Christian Grey se dedicava e deixava os leitores tensos.

E.L. James confirmou em entrevista ao DN que essa aprendizagem era feita em casa e que o marido já protestava de tanta experiência em busca de uma nova posição para o casal Grey usar na trilogia, nada que os milhões que a mulher ganhava com os livros não pudessem compensar. Bastava ver o que acontecia nas livrarias, onde as pilhas de Grey iam sendo desbastadas e repostas como muita intensidade todos os dias. Daí que, se a contabilidade oficial dos livros mais vendidos não falha, foi a autora E.L. James quem mais seduziu os leitores de todo o mundo na década que agora está a terminar - 2010 e 2019 - com o seu bestseller sadomasoquista softAs Cinquenta Sombras de Grey ao vender mais de cem milhões de exemplares.

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