Exclusivo Vacinas. Da produção à distribuição, dos utentes à segurança

Este domingo 27 de dezembro é o dia. O dia em que os primeiros portugueses começam a ser vacinados contra a covid-19. São profissionais de saúde de cinco centros hospitalares de Lisboa, Porto e Coimbra. Um processo que impõe uma logística complexa e que será longo.

As primeiras doses de vacinas contra a covid-19 chegaram ao país, após a Agência Europeia de Medicamentos e a União Europeia terem aprovado no dia 21 a vacina da Pfizer. A Portugal chegaram 9750 doses, o que representa a vacinação de 4725 profissionais (a vacina é composta por duas doses administradas com um intervalo de 21 dias) de cinco centros hospitalares universitários - dois do Porto (São João e Santo António), o Universitário de Coimbra e dois da capital, Lisboa Central e Lisboa Norte. Mas antes do Natal chegou a notícia de que até ao final do ano chegarão mais 70 200 doses. Ao todo, o Governo português estima adquirir 22 milhões de doses, gastando mais de 200 milhões de euros.

O processo que agora se inicia e que marca mais uma fase no combate ao vírus SARS-CoV-2, que invadiu o mundo há um ano, quando foi identificado pela primeira vez na província de Wuhan (China), vai ser longo e gradual, tal como faz questão de referir o coordenador da task force para o Plano de Vacinação contra a covid-19, Francisco Ramos.

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