Premium Como o Rio pode tornar-se a cidade mais à direita do mundo

Depois de elegerem um sobrinho de Edir Macedo para a prefeitura em 2016, cariocas devem passar a ser presididos por Jair Bolsonaro e governados por um membro do partido evangélico a partir de domingo. As esquerdas assustam-se

Valham o que valerem, as sondagens indicam que no domingo Jair Bolsonaro se tornará presidente da República. E que Wilson Witzel vencerá o duelo pelo governo do Rio de Janeiro na mesma data. Marcelo Crivella é, desde 2016, o prefeito da capital estadual. Dessa forma, a partir de segunda-feira, dirigida nas esferas federal, estadual e municipal por Bolsonaro, Witzel e Crivella, a Cidade Maravilhosa, que no imaginário do resto do mundo é um modelo de liberalismo nos costumes, com o seu Carnaval e as suas praias onde tudo é mais ou menos permitido, será um dos lugares mais conservadores do planeta.

De Bolsonaro já quase tudo se disse e se escreveu nos últimos meses: capaz de defender as causas mais radicais no plano dos costumes, como o ataque a mulheres, homossexuais, negros, índios, nordestinos e outros grupos vulneráveis, tornou-se um impetuoso liberal na economia nos últimos anos, para atender à demanda do seu eleitorado e à sigla do seu nono partido, o Partido Social Liberal (PSL).

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