Exclusivo Guilherme d'Oliveira Martins: "A corrupção começa com um favor e acaba num crime"

O ex-ministro das Finanças e da Educação e presidente do Tribunal de Contas por uma década foi escolhido para celebrar o número cem da coleção de ensaios da FFMS. No livro, apresenta um novo conceito para o património.

Guilherme d'Oliveira Martins é um homem conhecido tanto pelo seu papel na Cultura como nas Finanças. A primeira é uma das áreas mais penalizadas pela segunda e o entrevistado não o nega, daí ser defensor de um maior orçamento para a Cultura, setor que observa de um modo mais abrangente do que é habitual - Educação, Ciência e Cultura. Desde 1974 que está ligado à política, começando por ser um dos fundadores da Juventude Social Democrata, área política da qual se afastou em abril de 1979 ao abandonar o PSD na divisão que originou a Ação Social Democrata Independente. No ano seguinte foi eleito deputado independente pelo PS na primeira das sete vezes em que esteve na Assembleia da República. Entre uma e outra situação foi chefe de gabinete do ministro das Finanças Sousa Franco no governo de Maria de Lourdes Pintasilgo. É por aqui que começamos, numa entrevista a propósito do lançamento do seu ensaio para a Fundação Francisco Manuel dos Santos intitulado Património Cultural -Realidade Viva, que foi escolhido para assinalar o número cem desta coleção. Uma temática a que se tem dedicado e que será abordada nesta conversa.

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