Premium Numa aldeia croata, portugueses fazem a arqueologia da resistência antifascista

Para lembrar a solidariedade das populações, uma equipa internacional que integra elementos portugueses resgata material de quando a população resistiu ao fascismo e ajudou quem procurava refúgio.

Os ultranacionalistas croatas têm um histórico de terror durante a Segunda Guerra Mundial. À frente de um regime fantoche impulsionado pelos nazis alemães e fascistas italianos, os croatas perseguiram e executaram sérvios, judeus e ciganos, tendo recorrido a campos de extermínio. Em apenas quatro anos, entre 1941 e 1945, os mortos chegaram à casa das centenas de milhares.

Mas nesses tempos de ódio houve também exemplos positivos, de quem se rebelou contra o regime odioso ou de quem, também arriscando a vida, deu guarida a refugiados. É dessa resistência que o projeto de arqueologia Heritage from Below. Dreznica - Traces and Memories, constituído por profissionais das universidades da Croácia, da Espanha, de Portugal e da Inglaterra, deseja documentar-se numa abordagem multidisciplinar.

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