Exclusivo Após 'A Guerra dos Tronos', HBO aposta na grande fantasia 'Mundos Paralelos'

Está de regresso, para a segunda temporada, nesta terça-feira, a produção mais robusta do catálogo HBO desde A Guerra dos Tronos. Com uma nova personagem e outras agora com maior protagonismo, a série Mundos Paralelos adensa a profecia e carrega nos efeitos especiais.

Foi com a bênção do autor Philip Pullman que a trilogia Mundos Paralelos (no original, His Dark Materials) começou a ganhar vida no ecrã em novembro do ano passado, depois de uma simpática adaptação ao cinema do primeiro livro, A Bússola Dourada, em 2007. Pullman acarinhou de tal maneira o projeto que se tornou um dos seus produtores executivos, apostando seriamente na qualidade desta série que a HBO assumiu como algo à escala de A Guerra dos Tronos - com a diferença essencial de que se trata de um universo de fantasia voltada para um público mais juvenil. Embora não seja nada estanque a definição etária desse público.

Depois de uma primeira temporada que apresentava a jovem Lyra Belacqua (Dafne Keen), com uma infância passada na cidade universitária de Oxford, um enredo à volta de crianças desaparecidas e uma jornada em direção ao Polo Norte, entre ursos-polares de armadura e exploradores corajosos, Mundos Paralelos está de volta para acompanhar o crescimento "moral" da protagonista. E não só. De regresso está também toda a nomenclatura inerente a esta fantasia literária - a igreja Magisterium, os animais espirituais daemons, o indefinido e misterioso Dust (Pó), o aletiómetro (bússola da verdade) - e, mais do que nunca, as bruxas têm um papel fundamental no segredo de uma poderosa profecia. Em causa está a destruição de toda a existência ou a criação de uma nova.

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