Exclusivo Para onde vão os seis? 

A prática é tão prevalente que nos fomos convencendo de que é normal ou até desejável, pois talvez não seja. Três episódios e algumas perguntas:

À entrada de um hipermercado, uma banca de toalhas de praia de confeção portuguesa, achei graça aos modelos e comprei uma antes de ir para férias. A funcionária, muito prestável, devolveu o cartão e o recibo e pediu-me para avaliar o atendimento numa maquineta com um boneco amarelo a rir e outro vermelho, inconsolável. Perguntei se a avaliação funcionava apenas como incentivo, dando-lhe um bónus ou um lugar no quadro de honra dos atoalhados. A senhora baixou a voz, "não, não, as consequências podem ser muito más". Lá carreguei no boneco do sorriso amarelo e fui-me embora com a tristeza do outro.

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