Exclusivo A estrela da ciência que adora sentir borboletas no estômago

Aos 39 anos Zita Martins tem um currículo académico impressionante. Fala da astrobiologia com empolgamento. Afinal, garante, é a sua carreira de sonho.

A importância do trabalho de Zita Martins foi reconhecida pelo ex-Presidente da República Cavaco Silva que a condecorou, em 2015, com a Ordem de Santiago da Espada. E foi desse trabalho "literalmente do outro mundo" que esteve a falar neste sábado no Jardim Botânico Tropical de Lisboa, durante a edição deste ano dos Encontros da Fundação Francisco Manuel dos Santos. E não esconde o entusiasmo por ter sido convidada a participar na missão espacial japonesa Hayabusa2.

O tema da conversa com os participantes nos Encontros era "Porquê os Meteoritos". Porquê falar de meteoritos num evento em que se analisa o trabalho?
Primeiro porque é o meu trabalho e porque temos de pensar o futuro. Que trabalho vamos ter no futuro? Que trabalho vai ter a nossa juventude? E uma das carreiras de futuro é exatamente a área da astrobiologia e toda a área do espaço. Basta ver o investimento que o governo faz nas áreas do espaço. É fundamental pensar nessas coisas do espaço, na origem da vida. Para mim é uma área que me fascina imenso.

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