Exclusivo Cimeira Bolsonaro-Macri com muita economia, um bocadinho de Venezuela e narcotráfico no menu

Para aquecer uma relação que começou fria, presidentes vão conversar nesta quarta-feira sobre temas em que, à partida, não há risco de grandes controvérsias. A não ser, claro, que a velha discussão Pelé-Maradona entre no debate.

Com a soberba de sempre quando falam de futebol, os brasileiros resumem a questão sobre quem era melhor, Pelé ou Maradona, à constatação de que o seu craque, sozinho, tem mais títulos mundiais conquistados (três) do que toda a Argentina junta (dois). Os argentinos, com a tradicional arrogância sobre o tema, respondem que Maradona é indiscutivelmente o melhor jogador do mundo de todos os tempos e, provocam, talvez o melhor jogador argentino de todos os tempos.

No entanto, o futebol, para sorte da saúde e da solidez das relações diplomáticas entre as duas maiores economias sul-americanas, não está na agenda do encontro de Jair Bolsonaro, presidente do Brasil que participou in loco dos festejos do título de campeão do Palmeiras há um mês, com Mauricio Macri, bem-sucedido presidente do Boca Juniors na década passada. Economia, muita, relações internacionais e segurança, um pouco, estarão em cima da mesa quando os dois líderes se encontrarem, finalmente, em Brasília.

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