Exclusivo Novo ano judicial. As greves, o combate à corrupção e à "justiça de tabloide"

A cerimónia oficial de abertura do ano judicial é esta terça-feira. Será mais um ano quente na justiça portuguesa. Irá Sócrates a julgamento? Haverá greves de magistrados?

Uma manifestação e várias greves anunciadas marcam o início do ano judicial. A cerimónia oficial é nesta terça-feira e será a estreia da nova procuradora-geral da República, Lucília Gago. Mais do que gerir a insatisfação de juízes, procuradores, funcionários judiciais e guardas prisionais, o combate à corrupção e a interferência do poder político na magistratura parecem ser os grandes desafios para um ano em que a justiça vai continuar a ocupar os noticiários. De que forma e até que ponto, são outros desafios apontados.

Esta é pelo menos a visão do advogado Magalhães e Silva, membro do Conselho Superior do Ministério Público, que considera, para 2019, ser "necessário recuperar pendências em primeira instância sobretudo no que respeita a execuções", mas também e sobretudo "compatibilizar a perseguição criminal - seja nos crimes de violência, crimes económicos, seja na corrupção - com o respeito pelos direitos das pessoas". Para o magistrado, é preciso "evitar a confusão entre justiça igualitária e eficaz e justiça de tabloide".

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