Premium Quem mexeu no meu queijo?

É muito mais do que uma paixão, é uma obrigação que cedo se transforma em missão. Está praticamente tudo por fazer no universo dos queijos, e, no entanto, muito tem sido feito pela aproximação dos consumidores a esse admirável mundo novo. Uma viagem rápida pelo país enche-nos o peito de orgulho, pelos bravos que permanecem nos seus negócios e que insistem em fazer de nós verdadeiros cidadãos do mundo. Escolhas por Fernando Melo*

O carrinho dos queijos que nos grandes restaurantes vem até à mesa desde miúdo que me intriga. Em rigor, já estamos fora do espaço da refeição, o que para mim, que nunca gostei do apêndice doceiro, sempre configurou redenção. E é o momento em que que a sala fica ao rubro, com um serviço direto ao cliente, e o conhecimento inesperado dos empregados nos é revelado cara a cara.

A única confraria a que aceitei pertencer e a que pertenço com orgulho é a do Vinho do Porto, sou cavaleiro confrade honorário desde 2005, e uma das fixações que deixei crescer em mim foi a do queijo stilton, que todos os produtores de vinhos do Porto apontam como harmonização perfeita para um grande Vintage novo. Que é, por sua vez, o mais difícil de harmonizar, pela força tânica e enorme concentração que apresenta.

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