Exclusivo Cem euros e o fim da história

K. aproveitou para fazer uma atualização na declaração das despesas. Fez as suas contas, documentou-as e apresentou-as no tribunal. A resposta foi tão rápida quanto dolorosa. A magistrada deliberadamente inflacionou o "valor do negócio" aumentando-lhe os custos judiciais. Logo ali K. perdeu para o Estado o que pensava ir recuperar por via fiscal.

A sentença, porém, não agradou à mãe, pois teria agora de passar a declarar esses rendimentos. E ameaçou-o por isso. A senhora não conseguia abater as despesas de educação na declaração de IRS. O proprietário da casa alugada pelo filho na Bélgica, onde passava a maior parte do ano, não lhe passava recibos das rendas que pagava.

A vingança contra o pai serviu-se fria na bandeja da justiça. Uma transferência bancária feita com cem euros a menos serviu de pretexto para a senhora apresentar queixa em tribunal. A juíza foi lesta a abrir o processo. Na sua conta pessoal ficaram cativos perto de 800 euros pelo agente de execução.

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