Premium "Não é numa carga de ombro ou numa canelada que o contágio acontece"

Presidente da AMEF, João Pedro Mendonça, explica o que mudou nos departamentos clínicos dos clubes e como será o regresso do futebol, assente nas três regras básicas: etiqueta respiratória, higienização das mãos e distanciamento físico e social.

O regresso do futebol previsto para o dia 4 de junho não será possível sem eles, os médicos dos clubes. São eles que lidam diariamente com os jogadores, com as suas angústias, dúvidas e preocupações com os efeitos do covid-19. São eles que os esclarecem sobre sintomas, aconselham sobre procedimentos a tomar, informam sobre efeitos do vírus e tratam em tempos de pandemia.

"Os médicos ligados ao futebol não estavam preparados para isto do coronavírus, mas quem é que estava? Nós tal como os outros médicos do mundo nunca tínhamos enfrentado nada assim. A pandemia só pelo nome já impõe respeito. É algo a que eu chamo "a coisa", que é mutável e nos obriga a estar vigilantes. É uma situação completamente nova, não houve experiências e passou-se logo à ação", explicou ao DN João Pedro Mendonça, presidente da Associação de Médicos e Enfermeiros de Futebol (AMEF).

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