Premium As alternativas, as alianças e um líder: a direita à procura de um caminho

O Movimento Europa e Liberdade (MEL) realiza por estes dias a sua segunda convenção e volta a juntar os líderes das principais forças do centro-direita. Novamente sem Rui Rio, mas agora com André Ventura.

Que alternativas para enfrentar o bloco da esquerda que se reuniu em 2015 ou, nas palavras usadas pelo Movimento Europa e Liberdade (MEL), o "espaço da extrema-esquerda e do socialismo radical"? E que líderes para congregar o espaço da direita? Em torno de que projeto?

Depois da polémica que rodeou a primeira edição, o Movimento Europa e Liberdade (MEL) iniciou ontem e encerra hoje a sua segunda convenção, juntando os vários líderes políticos da direita - do CDS à Iniciativa Liberal, passando pelo Chega e pelo Aliança. Como já aconteceu no ano passado, Rui Rio não marcou presença (por dificuldades de agenda), mas desta vez esteve representado por Paulo Mota Pinto, presidente da mesa do congresso. Sinal dos tempos: na edição anterior, os sociais-democratas estavam representados por uma mão-cheia de protocandidatos à liderança.

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