Exclusivo Diretora do SEF demitida, perguntas todas por responder

Cristina Gatões sai sem esclarecer o que a direção do SEF - na qual estava já o seu substituto, José Barão - fez após saber da morte de Ihor. E que cultura é a da organização onde está há 28 anos que permitiu que "uma situação de tortura evidente" tenha sido vista por tantos e parada por ninguém.

Que determinou afinal a saída de Cristina Gatões da direção do SEF, quase nove meses após a morte do cidadão ucraniano Ihor Homeniuk sob custódia desta polícia e em circunstâncias que a própria qualificou a 15 de novembro à RTP, na primeira vez em que falou publicamente do assunto, como de "tortura evidente"?

Certo é que na mesma ocasião garantiu que nunca ponderara pôr o seu lugar à disposição e que fora enganada - por quem não disse - sobre as causas da tragédia: ter-lhe-iam "escondido a verdade".

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