Exclusivo Dez mil polícias e militares reformados obrigados a teste médico e formação para manter armas

A PSP defende um maior controlo do uso e posse de armas de fogo, incluindo para os "isentos" de licença, como polícias, militares, magistrados, autarcas e oficiais de justiça.

Os militares reformados das Forças Armadas e da GNR e os polícias que queiram manter armas em casa vão ser obrigados a fazer formação, a cada cinco anos, e apresentar atestados médicos que garantam a sua sanidade física e mental. O mesmo vai acontecer com outros grupos profissionais, a maioria funcionários públicos, a quem a lei permite que tenham armas de defesa pessoal sem uma licença para o efeito - juízes, procuradores, deputados, ministros, presidentes de câmara ou de junta a tempo inteiro, membros do Conselho de Estado, são alguns exemplos.

Nestes casos, porém, a obrigatoriedade de formação passa a ser também enquanto estão no ativo. Polícias e militares têm o treino próprio das respetivas entidades onde prestam serviço, o que deixa de acontecer depois da reforma - situação que se pretende agora corrigir.

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