Exclusivo Maria Rueff: "Precisava de pôr em ordem as gavetas que, com o atropelo dos dias, deixaram de estar organizadas"

O desconfinamento não tira a atriz de casa, onde grava um programa para a RTP e dois para Antena 1. Faz exercícios de reabilitação devido ao enfarte, não poupa elogios ao SNS. Confessa que precisava deste tempo.

Maria Rueff teve um enfarte do miocárdio, em novembro, que a obrigou a desacelerar. Três meses depois, a covid-19 obrigou-a a ficar ainda mais tempo em casa, sobretudo porque é uma pessoa de risco. Está a apreciar esse tempo e aprendeu novas ferramentas para continuar a fazer o programa Cá por Casa, agora, Quarentona, mas tem saudades do estúdio. O fim do estado de emergência não significa para a atriz o abrandar dos cuidados de prevenção da doença, antes pelo contrário.

Como tem sido a vida nestes dias?
Tivemos a sorte de continuar a fazer o programa de televisão, sinto-me absolutamente privilegiada por a RTP nos desafiar a continuarmos o Cá por Casa. Nós, atores, devemos ser uma das partes mais castigadas com a pandemia, com a incerteza em saber se público voltará às salas. Sobretudo os espetáculos que são comerciais, muitos de comédia, que é o que faço, e que dependem da bilheteira, não sei se será viável com todas estas regras de distanciamento.

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