Exclusivo Como desfazer o mito de um Cunhal infalível

Domingos Lopes escreveu um livro de memórias em que relata os seus 40 anos de militância no PCP. Memórias Escolhidas conta a história do ex-militante comunista, o dia-a-dia com Álvaro Cunhal e muitas outras histórias partidárias.

Domingos Lopes decide abandonar o PCP por se sentir traído enquanto candidato autárquico. Aconteceu em 2009 e nunca mais a militância foi igual. Para trás ficam décadas de trabalho com Álvaro Cunhal no dia-a-dia dos governos provisórios no pós-25 de Abril, e a crença na mudança com Carlos Carvalhas, que ocupa o cargo nos tempos conturbados da perestroika. Olha para Jerónimo de Sousa como um dirigente que pode ser obrigado a ficar como secretário-geral devido às divisões internas no partido sobre o rumo do PCP.

Após 40 anos de militância no Partido Comunista Português (PCP), Domingos Lopes bateu com a porta e abandonou o partido. A carta em que disse adeus é de 2009 e uma década depois publica as suas Memórias Escolhidas, em que relata o seu dia-a-dia durante anos com Álvaro Cunhal e muitas outras histórias partidárias.

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