Exclusivo Bola nas costas

Se a Operação Lava-Jato fosse uma equipa de futebol praticaria um jogo moderno e vistoso, daqueles que agradam ao público e à crítica em geral. Com muita gente disponível para o ataque, pressionaria tanto os centrais como o lateral-direito e o lateral-esquerdo - atacaria sobretudo por este flanco, dirão alguns.

Muito coesa, como aquele revolucionário Milan dos anos 80, colocaria os seus jogadores, do mais recuado ao mais avançado, num pequeno intervalo de 30 metros para ter sempre o controlo, para não deixar o adversário pensar.

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