Premium Nacionalidade volta à AR, mas maioria chumba alterações à lei

Bloco, PCP e Livre querem que todos os nascidos em Portugal tenham a nacionalidade. Desrespeitar a lei também não é impedimento. Direita e PS rejeitam.

Pouco mais de um ano após as últimas alterações, a Lei da Nacionalidade volta na quarta-feira ao Parlamento. E este é, desde logo, um motivo por que o PS votará contra os projetos do BE, do PCP e do Livre. Mas há mais para que os socialistas não acompanhem os partidos à sua esquerda. A facilitação e a pouca exigência de todo o processo nas três propostas, esquecer que Portugal faz parte da União Europeia e que as suas medidas têm repercussões em mais 27 países e, ainda, tornar a nacionalidade uma forma de legalização são os argumentos da deputada socialista Constança Urbano de Sousa.

E à direita não se prevê concordância com os partidos da esquerda. Apenas o projeto de lei do PAN tem mais apoios. Defende a naturalização direta aos nascidos em Portugal entre abril de 1974 e outubro de 1981, entrada em vigor no primeiro diploma legislativo.

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