Exclusivo Onde está a direita liberal?

As recentes eleições no Brasil tiveram em Portugal um efeito curioso e clarificador. Ajudaram a perceber o posicionamento ideológico de políticos, de projetos editoriais - caso do Observador - e dos opinion makers com influência na opinião pública. E também das tendências dominantes nas redes sociais. O que vimos, ouvimos e lemos mostra como os princípios da democracia e do Estado de direito, mais de quatro décadas depois da conquista da democracia, perderam valor e estão longe de constituir, porventura para a maioria, um pressuposto do progresso económico e social.

A esquerda comunista e os seus próximos nunca aceitaram a equiparação no mal da violência e brutalidade dos fascismos e nazismo com o comunismo soviético e maoista. Nunca aceitaram equiparar Pinochet e Fidel Castro, ainda agora têm dificuldade em etiquetar como ditadura o regime "bolivariano" de Chávez/Maduro que colocou o povo venezuelano em situação de penúria, num ambiente de corrupção e violência.

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