Premium A guerra que abre caminho à paz nas escolas no fim das aulas

Diretores e pais acreditam que "nuvens negras" para já se aliviaram. Sindicatos não confirmam ainda levantamento da greve às avaliações de junho.

O confronto entre o governo e a Assembleia da República, devido ao reconhecimento dos nove anos quatro meses e dois dias reivindicados pelos professores, pode ter resultado numa crise política. Mas, no plano das escolas, a perspetiva é de um final de ano letivo mais tranquilo, face à provável anulação da greve às avaliações que os sindicatos de professores tinham agendado para o mês de junho.

"Parece-me que os sindicatos conseguiram aquilo que queriam", diz ao DN Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP). "Aquela nuvem negra que pairava no ar, e da qual vínhamos falando desde setembro, parece estar-se a dissipar", considera. "Mas não sabemos se não vão chegar outras", acrescenta, lembrando que parte substancial do tempo de serviço a devolver - mais de seis anos - terá ainda de ser negociada com futuros governos.

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