Premium Marta Temido: "Maior parte das agressões são verbais. E a enfermeiros"

Na semana em que foram conhecidas mais duas agressões a médicos, a ministra anuncia para final de janeiro uma estratégia de combate à violência - física e psicológica - contra os profissionais de saúde. A avaliar, os projetos-piloto que já existem, e que não têm impedido estes casos de escalar.

Depois dos casos recentes de agressões a médicos, o Ministério limitou-se a dizer que está consciente da necessidade de melhorar o perfil da segurança dos profissionais de saúde. O que é que isto quer exatamente dizer na prática? O que vai fazer?

Em primeiro lugar, há hospitais do SNS e agrupamentos de centros de saúde que têm já projetos de combate à violência contra os profissionais de saúde, como já foi, aliás, referido. Aquilo que o Ministério da Saúde determinou já foi que o secretário de Estado que acompanha este tema, juntamente com outras entidades que entendesse pertinentes, possa fazer uma análise da tendência de evolução destes números. Depois, a avaliação dos pilotos que existem, e a avaliação, ainda, das condições físicas de funcionamento, em termos de segurança, dos profissionais, e, depois, a apresentação de uma estratégia para combater estas situações. Campanhas de informação, e, também, formação aos profissionais de saúde sobre como lidar com estas situações. Apoiando o sofrimento emocional e psicológico destes profissionais e eventuais medidas de reação.

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