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CDS em situação financeira crítica. Direção nega dívida de dois milhões

O CDS está a fazer cortes e a reduzir funcionários. Os maus resultados das eleições europeias e legislativas colocaram as contas do partido no vermelho. Direção nega dívida de dois milhões de euros, mas candidato à liderança exige conhecer os números.

O partido está a reestruturar-se, estranho seria se não o fizesse." É assim que o secretário-geral do CDS, Pedro Morais Soares, reage às notícias de que estão em curso violentos cortes nas despesas e na redução de funcionários do partido e ao pedido de contas do candidato anunciado à liderança do partido Abel Matos Santos. "É preciso conhecer o buraco financeiro do partido e não temos acesso a esses dados", garante. E relembra que vieram a público notícias que apontavam para uma dívida de dois milhões de euros.

"Uma dívida de dois milhões de euros? É totalmente falso", garante o secretário-geral centrista, embora sem revelar qual o verdadeiro montante de encargos que CDS tem sobre os ombros, desde que viu a sua bancada parlamentar reduzida de 18 para cinco deputados. Frisa que as contas dos partidos "são aprovadas em cada ano civil", pelo que as de 2019 - que tiveram dois atos eleitorais e respetivas campanhas - "estão a ser fechadas".

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