Exclusivo "O melhor do ser estafeta é a liberdade e não sentir discriminação"

Os pedidos online são a oportunidade de milhares de imigrantes. O desemprego fez crescer a concorrência, mas recebem mais gorjetas

Motos, bicicletas e trotinetas, conduzidas por homens e algumas mulheres, brasileiros e outros imigrantes, sacos às costas verdes e amarelos. Mais de 50 estafetas circulam pelas ruas de Lisboa, agora a meio gás, no triângulo entre o Saldanha, António Augusto de Aguiar e Campo Pequeno. É hora do almoço e começam a cair as encomendas de take away para entregar em casa. Ganham por pedido e ao km e é preciso suar muito para conseguir um rendimento razoável. Mas tem vantagens: "O melhor é a liberdade e não sentir discriminação", diz a Gabriela Rocha. O pior são "a chuva e o frio".

Compram ou alugam motos e bicicletas, há quem alugue contas. É um mundo à parte

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