Proposta mais alta pela ANA é de 2,5 mil milhões

A oferta mais alta na primeira fase de privatização da ANA-Aeroportos foi a do grupo francês Vinci e atingiu 2.500 milhões de euros, segundo a agência noticiosa Bloomberg, citando fontes não identificadas.

Nesta primeira fase, as ofertas eram não vinculativas. Segundo uma fonte da Bloomberg que pediu anonimato por o processo ser confidencial, a Vinci fez o lance mais alto na primeira fase do processo.

As ofertas finais terão de ser apresentadas até 14 de dezembro. Do conselho de ministros de 15 de novembro resultou a passagem à segunda fase do processo de cinco consórcios: um liderado pela Vinci, outro por uma firma argentina (Corporacion America), um alemão (Fraport), um suíço (Flughafen Zurich) e um colombiano (Odinsa). Este último comunicou entretanto ao Governo a sua desistência do processo.

As fontes da Bloomberg esperam que as ofertas finais dos consórcios ainda na corrida pela ANA sejam mais altas que as da primeira fase.

A privatização da ANA será precedida pela venda da concessão do serviço aeroportuário. Este mecanismo permitirá ao Estado registar cerca de 1.000 milhões de euros em receita ainda este ano, para abater ao défice orçamental.

Normalmente, a receita das privatizações afeta diretamente a dívida pública e não o défice. O mecanismo da concessão está ainda sob avaliação do Eurostat (gabinete estatístico da Comissão Europeia), que tem dúvidas quanto à sua validade.

A privatização da ANA, tal como a da TAP, deverá estar concluída no próximo ano.

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