Rescisão amigável terá em conta salário efetivo

O valor da compensação a atribuir aos funcionários públicos que aceitem uma rescisão por mútuo acordo terá em conta o salário efetivo, incluindo suplementos permanentes. O limite de 48500 euros não se vai aplicar neste plano de rescisões.

Estas informações foram avançadas hoje pelo secretário de Estado Hélder Rosalino que confirmou ainda que o plano de rescisões que está a ser desenhado visará o pagamento de uma compensação entre um a 1,5 salários por cada ano de serviço.

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